Bota um bem-te-vi logo cedo pra acordar feliz!
Ninguém corteja como as aves…
Uma pequena homenagem a essa artista que, desde cedo, foi inspiração no meu gosto pelos quadrinhos e cartuns como forma de comunicação e de expressão. Laerte era uma das razões pelas quais eu gostava de jornal – numa época em que coletâneas e livros de obras de cartunistas transitava entre o inexistente e o inacessível a um jovem na pré-puberdade. A minha percepção de sua obra passou por enormes mudanças ao longo desses anos, de traços que eu curtia demais, passei a prestar mais atenção também nas entrelinhas. Parabéns, Laerte, não somente pela sua obra, mas por tudo o que sua trajetória representa para nós e para a arte nacional!!

O distanciamento social é pra todas as partes do corpo mesmo?

Espero que certas coisas sejam como andar de bicicleta, depois da pandemia… A gente não esquece.